sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FAÇO PARTE DESTA HISTÓRIA, E VOCÊ ?


MUITO OBRIGADO


AGRADEÇO A TODOS QUE VISITAM O MEU BLOG, ESPERO QUE ESTEJAM GOSTANDO.
OBRIGADO A VOCÊ DO BRASIL, EM ESPECIAL DO MEU MUNICÍPIO E ESTADO, OBRIGADO A VOCÊ DA FRANÇA PAIS LINDO E INCOMPARÁVEL, OBRIGADO A VOCÊ DOS ESTADOS UNIDOS DA AMERICA UMA ÁGUIA EM MEIO A TANTAS OUTRAS .

PEÇO A TODOS QUE CONTINUEM DIVULGANDO ESTE BLOG ... MAS VENHO PEDIR TAMBÉM QUE NÃO SÓ VISUALIZEM MAIS DEIXE TAMBÉM COMENTÁRIOS, POIS É IMPORTANTE .


APROVEITO E FAÇO UMA PERGUNTA " O QUE PRECISA MELHORAR NESTE BLOG ?"

RESPONDA


DEVO LEMBRAR QUE JESUS ESTA VOLTANDO E ESPERA POR CADA UM DE NÓS
VISITE UMA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA MAIS PERTO DE VOCÊ !


ABRAÇOS FRATERNOS A TODOS

PROFESSOR AFONSO LINS

SER DESBRAVADOR É TER EMOÇÃO !









OS CLUBES DE DESBRAVADORES FILHOS DE ISRAEL - UNIÃO DOS PALMARES, ANIMAIS DOS CAMPOS - MUNDAÚ, LUZES DO ORIENTE - BRANQUINHA E O CLUBE DE DESBRAVADORES DE CHÃ - PRETA QUE O DISTRITO DE UNIÃO DOS PALMARES, ESPECIFICAMENTE O DISTRITO CENTRAL - CENTRAL ABRAÇA COM MUITO CARINHO E RESPONSABILIDADE. ESTA FAZENDO UM MARAVILHOSO TRABALHO JUNTO AOS JOVENS DE 10 A 15 ANOS, JUNTO A IGREJA ADVENTISTA DO 7º DIA E JUNTO A SOCIEDADE EM GERAL, TRAZENDO PAZ, ESPERANÇA, SOLIDARIEDADE E AMIZADE.

SER DESBRAVADOR É TER EMOÇÃO BOMBEANDO NAS VEIAS, É CONSTRUIR PONTES PARA AVANÇAR A VIDA, BUSCANDO FAZER O MELHOR.

SOU LIDER DE DESBRAVADOR !

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COORDENAÇÃO DISTRITAL DO DISTRITO CENTRAL :

SECRETARIA DISTRITAL - JESSICA


CAPELÃO E COORDENADOR ASSOCIADO DISTRITAL - AFONSO


COORDENADOR DISTRITAL - FABIO


VISUALIZE ALGUMAS FOTOS DE NOSSOS DESBRAVADORES EXECUTANDO ATIVIDADES JUNTO A SUA COMUNIDADE .


























SOCIOLOGIA - CONVIVÊNCIA HUMANA - Os contatos sociais e o isolamento social.




É interessante notarmos que o homem é ser social por natureza, sendo que isso só se torna real quando esse esta vivendo em sociedade.

Além disso, todo homem nasce como membro de um pequeno grupo, que é a família. Posteriormente esse passa a pertencer a outros grupos, como o de: amizade, de vizinhança, o da escola, da igreja, da cidade, dos grupos profissionais.

Conseqüentemente, tanto do ponto de vista social, como do ponto de vista biológico, a vida social, em grupos e em sociedade, é condição de sobrevivência da espécie humana.

Outro ponto destacado pelo autor diz respeito ao fato de que: o homem vivendo em sociedade adquire a natureza social, formando e desenvolvendo sua personalidade; levando-o a criar uma cultura, através da qual ele satisfaz as suas necessidades, adaptando-se ao meio ou modificando-o. E mais, vivendo em sociedade, o homem está em permanente interação com seu semelhante, estabelecendo relações sociais, adquirindo consciência grupal, onde o resultado da convivência social, caracterizada por interações mentais e conscientes entre os indivíduos.

Já na segunda parte do texto é destacado que os contatos sociais são definidos como fases incipientes das associações humanas, através dos quais ocorrem as interações sociais; produzindo os seguintes resultados:

- no indivíduo: socialização; estimulação da inteligência, libertação dos indivíduos dos costumes cristalizados; auxilio para a solução de problemas novos;

- no grupo: justaposição de povos, costumes, instituições sociais e mudanças sociais; aumento dos problemas, podendo levar até à desorganização social.

É importante realçarmos que o aumento de problemas sociais deve-se ao contato com sociedades diferentes, que apresentam valores e padrões de comportamento até antagônicos. Assim, de acordo com W. I. Thomas e Florian Znaniecki entenderam a desorganização social como uma diminuição da influência das regras vigentes de comportamento sobre os membros do grupo.

Outra definição ditada no texto diz que a desorganização social é dada pela sociedade que, diante de seus problemas, perde a capacidade de restabelecer o comportamento anterior.

Além disso, os contatos sociais podem ter as seguintes bases:

- físicas: são aquelas fundadas em percepções sensitivas, isto é, aqueles que são estabelecidos por meio da visão, olfato, audição e tato.

- Psíquica: são aquelas que supõem uma troca de idéias ou emoções entre os indivíduos; a qual estabelecida muitas vezes por meio do simbolismo verbal.

- Psicofísicas: são aqueles contatos humanos que abrangem também os contatos psíquicos.

E mais, os contatos humanos podem ser :

- diretos: que são aqueles que são estabelecidos de indivíduo para indivíduo, sem intermediários, e com a percepção física do mesmo;

- indiretos: são aqueles onde existem intermediários ou meio técnicos.

Agora, de acordo com os sociólogos americanos Cooley, Summer e Shaler os contatos podem ser ainda classificados em:

- PRIMÁRIOS: são aqueles que supõem associação intimam e neles as sensações auditivas e visuais estão sempre presentes; como os da família, dos grupos de vizinhos, das vilas e pequenas cidades e dos grupos de amizade;

- SECUNDÁRIOS: são aqueles caracterizados pela maior distância social existente entre os indivíduos que entram em contato; como o cobrador e o passageiro de um veículo, entre o vendedor e comprador de uma loja; etc.

É mais, os contatos que se fazem sempre por meios indiretos são secundários (rádio, telefone, serviço postal e outros), que são freqüentes nas grandes cidades.

De acordo com Summer, os contatos podem ser classificados em:

- DO NOSSO GRUPO: são aqueles que temos como os indivíduos pertencentes a um determinado grupo, os quais se se identificaram com os membros deste grupo e tornam-se conscientes das diferenças em relação aos grupos alheios.

- DO GRUPO ALHEIO: é aquele formado por pessoas que podem ser: estranhas, adversárias, forasteiras ou inimigas; sendo que para essas, nossos sentimentos são de indiferença e, às vezes, de inimizade.

Dessa maneira, para os membros do nosso grupo somos leais, camaradas, prontos a colaborar; enquanto que para o grupo alheio somos desleais, hostis. E nos casos de conflito as relações entre as pessoas do nosso grupo tornam-se mais coesas, enquanto se alarga a distância social em relação as pessoas do grupo alheio.

Já Shaler os contatos podem ser:

- CATEGÓRICOS: são aqueles que são mantidos com pessoas de grupos diferentes dos nossos, com as quais não temos intimidade ou que vemos pela primeira vez, levando-nos a trata-las não como indivíduos reais, mas de acordo com as categorias a que pertencem ou a que julgamos pertencer.

- SIMPÁTICOS: ocorre quando há identificação de interesses e identidade entre as pessoas. Ou seja, uma determinada pessoa não é trata como tal, mas por suas características.

O isolamento social por sua vez pode ser geográfico ou pela baixa comunicação social entre indivíduos ou grupos. Isso ocorre devido a vários fatores como:

- geográficos;

- biológicos;

- habitudinais;

- psicológicos.

Existem no relacionamento social vários tipos de isolamento, como:

a) ISOLAMENTO ESPACIAL: ocorre quando ocorre o impedimento de comunicação ou baixa comunicação devido a fatores geográficos. Ou seja, ocorre quando esses fatores separam grupos de indivíduos de outros, impedindo contatos e comunicação.

b) ISOLAMENTO ESTRUTURAL: é o impedimento de comunicação ou a baixa comunicação devido a diferenças na estrutura biológica, proporcionando às pessoas experiências diferentes; como entre os indivíduos de idade e sexo diferentes.

c) ISOLAMENTO HABITUDINAL: ocorre devido as diferenças de costumes, língua, credo, e religião que levam os indivíduos ao impedimento ou à baixa comunicação, determinando o isolamento habitudinal. Esse isolamento também pode ocorrer entre o primitivo e o civilizado, entre o ocidental e o oriental, entre o cristão e o budista, etc.

d) ISOLAMENTO PSÍQUICO: é o sutil impedimento de comunicação devido à participação nas experiências de grupos diversos dentro da mesma cultura. Ou seja, se dá através das diferenças de atitudes, sentimento, pontos de vista, interesses dos indivíduos pertencentes a uma mesma cultura.

Existem ainda outros elementos que reforçam esse isolamento social, como:

- as atitudes sócias e particulares como o egoísmo, o etnocentrismo, preconceitos, timidez, pedantismo, retraimento, aversão, suspeitas.

- os arranjos grupais que enumeram os sistemas de castas, classes, sociedades secretas, partidos, seitas e as organizações profissionais.

Todo esse isolamento produz algumas conseqüências, tanto no indivíduo como num grupo. Vejamos:

a) no indivíduo: se for completo resulta no homo ferus; e se não for completo, mais pronunciado, produz no indivíduo isolado, uma mentalidade retardada.. Ou seja, numa diminuição das funções mentais ou até mesmo a loucura.

b) de um grupo: produz costumes cristalizados e equilíbrio. Além disso, produz uma cultura de folk, ou seja, uma sociedade homogênea.

Já quanto à cultura FOLK e CIVILIZAÇÃO observamos que:

- isolamento e o contato levam ao desenvolvimento de duas culturas contrastantes, são denominadas pelos sociólogos e antropólogos de cultura de folk e civilização.

- Num grupo isolado, como num grupo com as características de uma cultura FOLK, o indivíduo leva uma vida quase estável e uniforme, sendo que seus problemas serão os mesmos que tiveram os indivíduos de gerações passadas de seu grupo.

- Em muito momento é necessário ao homem isolar-se; pois essa atitude muitas vezes preserva a sua personalidade, bem como poderá ajuda-lo a uma melhor produção. Ex.: cientista, que pesquisa um novo remédio.

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010



Assim como os olmecas, a civilização maia instiga uma série de questões não respondidas aos diversos paleontólogos, historiadores e antropólogos que investigam este povo pré-colombiano. Os indícios da origem da civilização maia repousam nos sítios arqueológicos da península do Iucatã, que datam entre 700 e 500 a.C. Contudo, novas pesquisas admitem uma organização mais remota, estabelecida em 1500 a.C..

Ao contrário de outras grandes civilizações, os maias não se organizaram politicamente através de uma estrutura de poder político centralizado. Em um vasto território que ia da Guatemala até a porção sul do México, observamos a presença de vários centros urbanos independentes. Entre as principais cidades integradas a esse sistema podemos destacar Piedras Negras, Palenque, Tikal, Yaxchilán, Copán, Uxmal e Labná.

O esplendor da sociedade maia é fundamentalmente explicado pelo controle e as disciplinas empregadas no desenvolvimento da agricultura. Entre os vários alimentos que integravam a dieta alimentar dos maias, podemos destacar o milho, produto de grande consumo, o cacau, o algodão e o agave. Para ampliar a vida útil de seus terrenos, os maias costumavam organizar um sistema de rotação de culturas.

O processo de organização da sociedade era bastante rígido e se orientava pela presença de três classes sociais. No topo da hierarquia encontramos os governantes, os funcionários de alto escalão e os comerciantes. Logo em seguida, temos funcionários públicos e os trabalhadores especializados. Na base da pirâmide ficavam os camponeses e trabalhadores braçais.

Os maias tiveram uma ampla gama de conhecimentos desenvolvidos no interior de sua cultura. De acordo com algumas pesquisas, eles utilizavam um sistema de contagem numérico baseado em unidades vigesimais e, assim como os olmecas, utilizavam do número “zero” na execução de operações matemáticas. Além disso, criaram um calendário bastante próximo ao sistema anual empregado pelos calendários modernos.

Um dos grandes desafios para os pesquisadores da civilização maia gira em torno da decifração do seu complexo sistema de escrita. Um dos maiores empecilhos está relacionado ao fato de que os signos empregados podem representar sons, ideias ou as duas coisas ao mesmo tempo. Além disso, indícios atestam que eles utilizavam diferentes formas de escrita para um único conceito.

A arquitetura desse povo esteve sempre muito ligada à reafirmação de seus ideais religiosos. Várias colunas, arcos e templos eram erguidos em homenagem ao grande panteão de divindades celebrado pela cultura maia. A face politeísta das crenças maias ainda era pautada pela crença na vida após a morte e na realização de sacrifícios humanos regularmente executados.

Por volta do século XIII, a sociedade maia entrou em colapso. Ainda hoje, não existe uma explicação que consiga responder a essa última questão envolvendo a trajetória dos maias. Recentemente, um grupo de pesquisadores norte-americanos passou a trabalhar com a hipótese de que a crise desta civilização esteja relacionada à ocorrência de uma violenta seca que teria se estendido por mais de dois séculos.

SOCIEDADE

A sociedade maia tinha uma organização bastante diferente dos demais impérios consolidados ao longo do continente americano. Organizando-se de forma descentralizada, os maias dividiam o poder político entre diversas cidades-Estado. Em cada uma delas, um chefe, chamado de halach vinic, governava a região em nome de uma divindade específica. Seu poder era repassado hereditariamente e os principias cargos administrativos eram por ele delegados.

Os funcionários públicos da cidade eram todos de origem nobiliárquica e desempenhavam cargos de confiança. Entre outras funções, este corpo de funcionários deveria controlar os exércitos, fiscalizar a arrecadação de impostos e a aplicação das leis. Outro importante cargo era desempenhado pelos sacerdotes, que orientavam os sacrifícios e oferendas realizadas durante as cerimônias religiosas. Além disso, a classe sacerdotal maia deveria cuidar da disseminação das técnicas e conhecimentos dominados pela civilização.

Logo abaixo, na pirâmide social maia, existia uma ampla camada social intermediária. Nela encontravam-se artesãos e guerreiros que exerciam atividades importantes na manutenção das instituições e da economia maia. Em seguida, situavam-se as classes trabalhadoras responsáveis pelo cultivo das terras e da construção das obras públicas. O trabalho por eles desempenhado era usufruído por toda a sociedade, tornando-se assim, o sustentáculo da economia maia. Na base da sociedade estavam os escravos, geralmente obtidos por conquistas militares e o não pagamento de tributos.

ECONOMIA

O milho era considerado um dos principais gêneros agrícolas da dieta alimentar maia. Seu cultivo contava com técnicas bastante desenvolvidas que trabalhavam em um sistema rotativo de terras. Alem disso, utilizavam das queimadas para explorarem terras ainda não cultivadas. O grande consumo do milho e o uso das queimadas faziam com que as terras férteis sofressem um rápido processo de desgaste.

Além do milho, a abóbora, o feijão, o tomate e várias raízes eram alimentos usualmente consumidos pelos maias. A culinária maia também apreciava o uso de temperos e especiarias. A baunilha, a pimenta e o orégano eram produtos utilizados no tempero dos alimentos. A caça era outra atividade econômica de grande importância. Antas, tartarugas, coelhos, macacos, veados e jaguares eram os principais tipos de caça apreciados.

Ciências e Artes

MEDICINA

O saber médico entre os maias contava com um amplo leque de conhecimento sobre o diagnóstico e o tratamento de diversas doenças. Os remédios produzidos tinham origem diversa e utilizavam matérias de fonte animal e vegetal. Além disso, os tratamentos envolviam o uso de banhos, substâncias alucinógenas, infusões e sangrias. Influenciado por uma forte conotação religiosa, os tratamentos eram conduzidos por xamãs que vinculavam os males físicos a tormentas espirituais.

Os xamãs compunham uma classe exclusiva de sacerdotes conhecedora de diferenciados tratamentos médicos. Entre os diversos sacerdotes, os h’menes eram os que se incumbiam da tarefa de tratar das enfermidades da população. Exercendo atividades auxiliares, os nacomes e chaacoob realizavam sacrifícios e os rituais necessários para um determinado tratamento ou na fabricação de algumas medicações. Além disso, os maias contavam com hábitos de higiene que incluíam banhos diários e o uso de uma goma chamada chicozapote, muito utilizada na higiene bucal.

ASTRONOMIA e MATEMÁTICA

Tendo grande interesse na movimentação dos corpos celestes, os maias desenvolveram um denso conhecimento astronômico. Observando o Sol e a Lua, conseguiram conceber um preciso calendário composto por meses de 29 dias, e um ano com 365 dias. Além de contarem o tempo pela observância dos movimentos solares e lunares, os maias calcularam o ciclo no qual Vênus encontrava-se alinhada à Terra.

A contagem do tempo entre os maias era realizada pelo uso de dois calendários. O primeiro, chamado tzolkin, possuía 260 dias divididos em 20 períodos de 13 dias. Esse calendário era utilizado para a marcação das principais festividades religiosas dos maias. O segundo, conhecido como haab, era utilizado no controle dos fenômenos naturais e na contagem de qualquer fenômeno desvinculado da esfera religiosa. A junção dos calendários ainda auxiliava em outra contagem de tempo que era marcada a cada 52 anos.

O domínio de tantas formas de contagem do tempo foi possível graças ao saber matemático desenvolvido por este povo. Muitos historiadores apontam que o cálculo maia foi o primeiro a conceber a noção do numeral zero. A base de contagem era feita por um sistema vigesimal que organizava as ordens numéricas da matemática maia.

ESCRITA

A escrita maia representa uma das mais instigantes áreas do conhecimento desta civilização pré-colombiana. Contando com um sistema composto por aproximadamente mil caracteres, sua escrita concebe a junção de um sistema fonético e simbólico. As mais recentes pesquisas, contando com avançada tecnologia, conseguiram decifrar metade dos sons e símbolos da escrita maia. Sem uma sistematização rígida, os escritos maias utilizavam de diferentes recursos para representar uma mesma idéia.

A escrita, mais que uma via de expressão, representava um artifício de distinção social. Somente as elites tinham o privilégio sobre essa área de conhecimento. Materiais como a cerâmica e a pedra eram utilizados para o registro de informações. Além disso, os maias conseguiram, através de uma fibra vegetal coberta com resina e cal, fabricar uma espécie de papel. Vários livros e códices foram confeccionados a partir desse tipo de papel. Nesses documentos escritos ficaram registrados muitos dos hábitos e ações cotidianas dos povos maias.


ARTE E ARQUITETURA

A arte maia tinha suma importância na preservação das tradições religiosas. Ao mesmo tempo em que contava e reproduzia as feições de suas principais divindades, a arte maia também envolvia uma importante questão política. Os murais e as esculturas relatavam a grandeza das dinastias que controlavam uma determinada cidade-Estado. Sendo indicada como uma família abençoada pelos deuses, as expressões artísticas maias eram importantes na legitimação do poder político.

Os maias trabalhavam com pedras, matérias em madeira e cerâmica para construírem estátuas e figuras em baixo relevo que adornavam os templos e demais construções urbanas. Na cidade de Bonampak encontram-se várias construções e pinturas da civilização maia. No chamado Templo das Pinturas existem câmaras que relatam a história política, cultural e militar dos povos que se fixaram naquela região. Em outras regiões encontramos ainda o importante legado deixado pela arquitetura maia.

As cidades da civilização maia contavam com avenidas, calçadas, templos e palácios, configurando a grande engenhosidade de suas construções. Em Chichén Itzá e Tikal podem ser encontrados poços, pirâmides e palácios que demonstram a grande riqueza do traçado arquitetônico maia. As residências contavam com três ou quatro cômodos pouco iluminados. Espalhadas por toda Meso-América, as cidades astecas são grande fonte de conhecimento da cultura e da história maia.

Religião

Os maias, ao serem influenciados pela tradição cultural dos povos olmecas, difundiram uma concepção de mundo onde a contagem cíclica do tempo era fundamental. A observância do movimento dos astros e dos fenômenos climáticos trazia ao pensamento religioso maia uma noção de que os fenômenos eram marcados por uma repetição. A circularidade temporal influenciava, até mesmo, a origem do homem na terra.

Segundo o Popol Vuh, livro sagrado dos maias, os deuses criaram primeiro os seres que não possuíam consciência de si e, por isso, não poderiam adorá-los. O homem surgiu após dois grandes dilúvios, que varreram as primeiras versões humanas feitas a partir de barro e madeira. Na terceira e última tentativa, os deuses resolveram criar o homem a partir do milho, ofereceram a ele a consciência de si e seu sangue foi obtido dos próprios deuses. Para merecerem a dádiva de sua própria existência, os homens deveriam reverenciar os deuses.

O mundo terreno seria a base de outros 13 extratos celestiais que representariam uma escada que conduziria os indivíduos à morada dos deuses. Os templos maias, inspirados nesta escada para o céu, possuíam degraus que alcançavam um determinado topo. Durante os rituais religiosos, a subida do sacerdote ao topo do templo representava a aproximação destes homens com os deuses. Segundo a cosmogonia maia, o mundo era plano e dividia-se entre quatro regiões de diferentes cores.

Além da realizada terrena e celestial, os maias também acreditavam na existência de um submundo habitado pelos mortos. Ah Puch, O Descarnado, era a divindade que controlava esse local. O principal deus dos maias era Itzmana, considerado o rei dos céus. Ixchel, esposa de Itzmana, era uma deusa responsável pelas chuvas e também pelas inundações. Os maias ainda faziam reverências a outros deuses e elementos da natureza.

Os rituais religiosos eram de suma importância para os maias. Sem essas manifestações, os deuses e o universo poderiam vir a desaparecer. Além de preservar a existência do mundo espiritual, os rituais também deveriam apaziguar as divindades com o oferecimento de flores e alimentos. Outro importante aspecto dos rituais religiosos dos maias envolvia o oferecimento de sacrifício humano e animal. A principal importância do sacrifício era a oferenda do sangue, que saciaria a fome dos deuses.

Em geral, um escravo, um inimigo de guerra ou uma virgem eram utilizados durante os sacrifícios humanos. Os sacrificados poderiam ter seu coração extraído, ser executado à flechadas ou afogado em um rio. Durante alguns rituais, a cabeça de um sacrificado era utilizada para a prática de um jogo que representava o movimento e a importância dos astros na manutenção do equilíbrio universal.

Nas cidades maias eram erguidos templos de adoração. Neles ocorriam grandes celebrações públicas que marcavam diferentes épocas do calendário maia. O ano novo, por exemplo, era celebrado por uma diversidade de ritos que faziam referência ao nascimento e à fertilidade.

É importante também citar os rituais funerários, que indicavam a crença maia na vida após a morte. Os mortos eram preparados para uma espécie de viagem para uma outra existência. Nas sepulturas eram colocados alimentos e utensílios pessoais que, segundo a religião maia, poderiam ser utilizados pelo morto durante a sua viagem. Em alguns casos, escravos e mulheres eram juntamente sacrificados para acompanhar o morto durante sua jornada.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

INÍCIO DAS AULAS

NA PRÓXIMA QUARTA FEIRA DIA 08/09/2010 IREMOS NOS REUNIR NOVAMENTE PARA DECIDIR .

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

OS OLMECAS


Os Olmecas foram o povo que esteve na origem da cultura olmeca, a antiga cultura pré-colombiana da Mesoamérica que se desenvolveu nas regiões tropicais do centro-sul do atual México durante o pré-clássico, aproximadamente onde hoje se localizam os estados mexicanos de Veracruz e Tabasco, no Istmo de Tehuantepec, numa zona designada área nuclear olmeca. A cultura olmeca floresceu nesta região aproximadamente entre 1500 e 400 a.C.[1], e crê-se que tenha sido a civilização-mãe de todas as civilizações mesoamericanas que se desenvolveram posteriormente. No entanto, desconhece-se a sua exacta filiação étnica, ainda que existam numerosas hipóteses colocadas para tentar resolver esta questão. O etnónimo olmeca foi cunhado pelos arqueólogos do século XX, e não devem confundir-se com os muito posteriores olmecas-xicalancas que ocuparam vários locais do México central, como Cacaxtla.

ORIGEM

Apesar de ser considerada há muito a civilização-mãe de todas as culturas mesoamericanas que lhe são posteriores, não está ainda claro qual foi o processo que deu origem ao estilo artístico nem se os seus traços culturais característicos foram inicialmente desenvolvidos na Área Nuclear Olmeca (Área Olmeca). Sabe-se que pelo menos alguns desses traços podem ter aparecido inicialmente em Chiapas ou nos Vales Centrais de Oaxaca. Uma das questões que se mantém em aberto é o porquê da existência de numerosos sítios olmecas na região da depressão do Balsas, em Guerrero.
Contudo, qualquer que tenha sido a origem da cultura olmeca, a rede de trocas comerciais por ela estabelecida com várias regiões da Mesoamérica fez com que a sua influência cultural se tenha estendido muito além da Área Olmeca, como indicam trabalhos de arte olmeca encontrados em Chiapas, Guerrero, Oaxaca, Vale do México e até no actual El Salvador. Entre os vestígios culturais desta influência encontram-se o culto das montanhas e das cavernas, o culto da Serpente Emplumada como deidade associada à agricultura, o simbolismo religioso do jade, além do próprio estilo artístico reelaborado nos séculos que se seguiram ao declínio dos principais centros urbanos olmecas.

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CONTINUA ...